25 de jul de 2011

Homilética a Arte do Pregador Parte V


II.2.2O QUE FAZER QUANDO CONVIDADO PARA PREGAR EM :

A)  CONGRESSOS E CONFRATERNIZAÇÕES
Neste caso os assuntos são apresentados pelos organizadores do evento. Para o pregador, o desafio está em desenvolvê-lo. Tenha intimidade com Deus para transmitir exatamente o que Ele quer falar.
Quase toda pesquisa serve como base para sermões. Todavia, é verdade incontestável que, quanto mais instrução tem uma pessoa, tanto mais condições terá para preparar e apresentar sermões.
Embora exista um tema, normalmente este é geral, podendo o pregador ser mais específico.
Exemplo: TEMA DO CONGRESSO: “A videira verdadeira” João 15: 1 a 8
* Você pode falar sobre: “Como o cristão pode Ter uma vida frutífera”  , “Por que o cristão deve Ter uma vida frutífera?”  ou até mesmo , “Os frutos da videira na vida do cristão”,  utilizando outros textos e inserindo um subtema.

B) DATAS COMEMORATIVAS/ CULTOS ESPECIAIS
Situações onde o assunto é uma explicação do momento. São cultos realizados em virtude de acontecimentos específicos na igreja local.
Dentre os cultos especiais podemos destacar:
Casamento
Natal
Aniversariantes
Dízimos
Batismo
Consagração
Aniversário da Igreja
Posse
Cultos dos departamentos ( Juventude, irmãs, crianças, etc.)
Nascimento e apresentação de bebês
Funeral
Doutrinário
Evangelístico

Atenção! Conheça e domine os textos bíblicos para explorar estes assuntos mais facilmente.
“Para pregar, o pregador leigo deve combinar ou casar o assunto do sermão com um texto da palavra de Deus”.
Ler os sermões limita o contato dos olhos do pregador com o auditório. Como afirmava Phillips Brooks, “a pregação é a verdade através da personalidade”. Ora, os olhos transmitem a personalidade. Assim, qualquer coisa que interfira com o contato dos olhos do pregador, impede que a personalidade seja bem sucedida, e interfere com a pregação.
A maioria dos homiléticos concorda em que a maneira ideal de pregar um sermão é fazer primeiro um manuscrito, e depois preparar um esboço - quer o pregador use esse esboço no púlpito ou o decore.
Muitos pregadores levam um manuscrito ao púlpito, mas lêem apenas partes dele, pregando o restante dele de improviso. Por exemplo, as ilustrações e o apelo não se prestam bem para a elocução ma-nuscrita e provavelmente devam ser pregados de improviso...
Nenhum método isolado serve para todos. E, obviamente, tanto a pregação manuscrita como a improvisada possui vantagens e desvantagens significativas... Descubra o que fica melhor para você...".

Fonte: Apostila de Homilética
Professor: Ronaldo Gomes da Silva

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